Arquivo de outubro de 2008

DIÁRIO DE BORDO – 30 E 31/10/2008

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ontem, quinta-feira dia 30, foi o último dia da pré-produção do disco do Strep no estúdio Wah-Wah aqui em Sampa.

Depois de tomar nosso café da manhã, Kuaker começou a fazer as Mixs. È incrível como apenas nessa pré, nossas músicas ficaram mais evoluídas, com cara de música mesmo (risos), tudo devido ao nosso grande empenho e dedicação, e ao trabalho feito por Kuaker, que além de fazer parte da nossa produção, agora virou um grande amigo também, e Dom Pycolli, nosso amigo há muito tempo e diretor artístico do disco. Bom demais trabalhar com esses caras.

Em algumas músicas, foram colocados efeitos, como exemplo de “Perigo e Som”, uma guitarra com trêmulo nos versos e uma vocalização pós-refrão. Em “Me acorde”, música que tinha mais de 5 minutos, e agora com 3 e pouquinho, rolou um loop de bateria que o Tato gravou por fora e Kuaker jogou um efeito meio de sampler ou bateria eletrônica.  Em “Mar de Idéias”, um riff de guitarra com wah-wah nos versos, com o baixo acompanhando, que em minha opinião, a música que ficou mais completa até agora.

O dia foi tirado pra fazer as Mixs, mas quase ao término, lembramos que tinha que gravar uns vocais em massa da música “Só Quero Entender”, que Tibério e Tato, fizeram perfeitamente afinados.

Bom, chegou ao fim da pré-produção, mas ainda não pegamos as mixs, Kuaker vai tirar o fim de semana pra terminar tudo certinho e nos enviar na segunda-feira, para posteriormente a gente mostrar pro Paul. Agora resta levar pra casa o aprendizado que tivemos nesses 12 dias aqui em Sampa, e descansar um pouco antes de começar a gravar pra valer.

As gravações iriam começar no dia 10 de Novembro, no Mega Estúdio, no Rio de Janeiro, mas nosso produtor musical, Paul Ralphes, foi convidado para fazer a direção musical do Grammy Latino, e por isso tiveram que ser adiadas para o dia 17. Ah! Uma semana a mais de espera não vai fazer diferença, o que importa é que já está tudo esquematizado e fluindo bem.

Hoje, sexta-feira dia 31, deu pra dar uma descansada boa no hotel. Agora é hora de voltar pra casa, no Rio. Então deixa eu ir que os muleques já estão lá embaixo me esperando pra gente pegar a estrada.

 

Valeu…Abraços

 

Phablo Pontes

DIÁRIO DE BORDO - 29/10/2008

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Depois de uma noite bem divertida num karaokê que terminou às 4h da manhã de hoje, eu acordo às 9h sem sono algum. Como de costume, passamos no supermercado e compramos algumas coisas para o café da manhã. Chegamos ao estúdio 10:30, antes de Kuaker e Pycolli.

Hoje tiramos a manhã para conversar sobre assuntos diversos do meio musical e escutamos as nossas gravações feitas até então.

Paramos 2h para almoçar, dessa vez com a equipe da pré-produção toda unida. Comi a melhor feijoada dos últimos 6 meses.

Após o almoço, nos estávamos liberados do estúdio, pois Kuaker, que também trabalha com a Mallu Magalhães, iria fazer o som dela num show particular da Vivo.

Foi a chance que tive de conhecer um pouco mais São Paulo, então fui com Gustavo andar de metrô por ai e acabamos achando a famosa Rua 25 de Março. Muita gente, muitos carros, tudo uma loucura, acabei comprando umas besteiras.

19h voltamos ao hotel e Kuaker liga para dizer que temos que regravar toda a música “Férias Passadas” e as guitarras de “Dias Iguais”. Chegamos ao estúdio às 20h, e às 21h, já estava tudo resolvido.

Estamos chegando ao final dessa pré-produção, não tem como descrever a sensação de passar esses 10 dias trabalhando pesado no que a gente mais gosta de fazer e ver o resultado positivo nas músicas. Agora é voltar ao Rio e terminar a produção com o Paul Ralphes e gravar pra valer.

 

Tibério Borba

DIÁRIO DE BORDO - 28/10/2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje é aniversário do nosso diretor artístico, Dom Pycolli. Acordamos 1 hora mais tarde do que o normal, as 10 da manha, pois estava marcado pra começar os trampos ao meio dia. Antes de chegar ao estúdio, paramos num supermercado e compramos o bolo de aniversário. Como de praxe, fizemos surpresa, entramos no estúdio de fininho, segurando o bolo com as velas acesas de numero 24 e com chapeuzinhos coloridos. Tine puxou os parabéns no violão.

Depois de comer e conversar descontraidamente, Kuaker abriu os projetos das músicas e passou um pente fino, pra saber se tava tudo nos devidos lugares, se faltava algo pra gravar ou pra complementar. Então eu gravei o baixo das 4 últimas músicas que Paul Ralphes enviou os mapas, que são: “Quem Disse?”, musica que tem riffs e no restante o baixo toca junto com a batera, “Perigo e Som”, onde coloquei o baixo mais desenhado e pulsante, “Mar de Idéias”, que foi a mais complicada do dia, pois tive que reinventar os baixos, que no final, ficaram shows, e “Cidade”, música mais difícil a ser gravada, pois se trata de um reggae todo no contratempo, e ela fala sobre nossa cidade natal: Porto Velho/RO. Tato também regravou a bateria dela. (As músicas estão sendo gravadas de acordo com os mapas que Paul Ralphes fez, mudando algumas estruturas e colocando arranjos mais maduros, para em seguida mostrar a ele, se ficou do jeito que ele imagina. Nos já gostamos 100% das mudanças, que mesmo sendo poucas, já deram outra cara pras músicas.)

2 e meia da tarde, pausa para o almoço. Fomos comer no lugar de sempre, um restaurante pertinho do estúdio, onde a comida e boa e o atendimento também.

Retornamos para o estúdio, e depois de uma breve descansada, foi a hora de gravar os vocais dessas 4 músicas que falei acima. Tibério mandou bem e Tato arriscou fazer alguns backings. Os arranjos das vozes de fundo ainda não estão totalmente definidos, mas, os que fizemos hoje ficaram muito bons. Até o Pycolli fez vocal na musica “Perigo e Som”, que diz ser a que ele mais se identifica.

Por hoje foi isso. Temos somente mais 2 dias de pré produção aqui em São Paulo, onde vão ser feito os ajustes de vozes e as mixs para enviar ao Paul.

Um Abraço

 

Phablo Pontes

 

 

 

 

 

DIÁRIO DE BORDO - 26 e 27 /10/2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ontem domingão, acordei bem mal, na verdade não acordei porque não dormi. Passei a noite toda rolando de um lado para o outro, devido a gripe seguida de sinusite que peguei aqui em São Paulo. Phablo foi atrás de remédio pra mim e Tine ficava me cobrando pra tomar o remédio na hora certa e ficar logo de boa. Na hora do almoço fiquei no quarto deitado, enquanto a piazada saiu com o Kuaker. Foram conhecer o Edifício Itália, almoçar e dar umas voltas na Av. Paulista. Só a noite quando melhorei, desci pra jantar com Tibério e Phablo. De volta ao quarto, vamos dormir que amanhã voltamos ao estúdio pra continuar a pré.

Segunda de manhã, como num milagre, a turma do quarto B, como diria o Tine, já estava pronta e adiantada no horário pra irmos ao estúdio. Chegando lá, tomamos nosso café da manha e fui conferir os últimos 4 mapas que o Paul ficou de me enviar hoje pela manha.  Pronto, “Perigo e Som”, “Mar de Idéias”, “Cidade” e “Quem Disse”, prontinhas para serem trabalhadas.  “Quem Disse” foi a que exigiu mais, porque tivemos que reorganizar toda bateria segundo orientação do Paul. Depois de pronta ficou ótima, muito mais fluente e pop. “Perigo e Som” e “Mar de Idéias”, não tivemos mudanças na estrutura, apenas alguns ajustes nos arranjos de bateria. “Cidade” teve poucas mudanças, ficamos mais antenados nos arranjos de guitarras que no final ficaram alucinantes. Saímos mais uma vez super satisfeitos com o trabalho, contando que chegue logo o dia seguinte pra continuar.

Hoje não vou ficar no hotel com os piás, vou ficar essa semana de visita no apartamento do Kuaker, que já havia feito o convite na semana passada. É muito bom trabalhar com esse pessoal todo e melhor ainda quando eles se tornam seus amigos.

Até a próxima

Dom Pycolli.

DIÁRIO DE BORDO - 25/10/2008

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais uma vez acordo sem ter vontade de dormir de novo, ansioso pela pré-produção da banda. Ouço uma musica durante o banho, me arrumo lentamente esperando não esquecer nada. Já são 11:25 e eu sou o último a descer.
No caminho, uma conversa com tom de puxão de orelha, uma parada no mercado pra comprar algum lanche, ao lado de Phablo e Tib. Chegamos andando no estúdio Wah Wah.
Já são 12:10.
Em meio às brincadeiras, os muleques dão duro na hora da gravação e surpreendem com a qualidade e disciplina, Tib e Tine gravam as últimas guitarras antes de sairmos para o almoço. Após ouvir os conselhos de Kuaker e Dom Pycolli, seguimos para um restaurante tradicional na Vila Madalena. Ainda são 15:00.
Dessa vez, Kuaker e Pycolli se juntam a galera na hora de comer, e aproveitamos para conversar bastante. Kuaker, macaco velho no mundo musical, conta as suas experiências e as histórias engraçadas que nunca faltam na conversa com esses muleques.
A feijoada tava ótima, o papo inesquecível, mas temos que voltar para o estúdio. Caracas já são 16:30.
No estúdio de novo, rola uma aquele papo descontraído de sempre, exceto por Tib, que vai aquecer a voz. Chegou a hora de mandar ver nos vocais, Tib começa, rola um silêncio na sala, quando ele termina de cantar, há uma troca de olhares entre os outros integrantes da banda, Kuaker e Pycolli, mas logo em seguida o silêncio é quebrado por uma onda de elogios. Tib mandou super bem nas 7 primeiras músicas. Elogios também não são poupados para o Tato, que comandou a batera precisamente em cima do beat. Kuaker então encerra os trabalhos no estúdio por hoje. Ainda são 20:15, mas hoje é sábado.

Eu, Tato, Tib, Dom Pycolli e Kuaker, decidimos ir dar uma volta pela famosa Rua Augusta, e após um passeio por vários bares, escolhemos um e logo estávamos todos em um super papo cabeça sobre o mundo musical e as aventuras e experiências de Kuaker. Mas já vai ficando tarde, Dom Picolly e Kuaker decidem partir, restam apenas Tib, Tato e Eu. Ainda são 23:55.
Meia-noite. Seguindo a dica de Kuaker, entramos no OUTS, um pub onde rola rock ao vivo de boa qualidade. Lá encontramos dois grandes amigos da banda, Sandro e Rick, integrantes da banda paulistana Aditive. O resto da noite segue com um astral incrivelmente alto. Diversão e muito aprendizado, foram as marcas desse sábado regado a gargalhadas, trabalho duro e muita diversão. Não há palavras que descrevam a sensação de estar aqui.

O que posso adiantar é: Vocês irão se surpreender!

São quase 5:00 vou ficando por aqui. Um abraço a todos.

Gustavo Baraúna

DIÁRIO DE BORDO - 24/10/2008

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Manhã do dia 24, acordo com uma incrível chata dor de estômago, resultante dos 4 litros de café que tomei no dia anterior. Decidi que nem ia descer para comer. Tomei um banho bem demorado enquanto os meninos brocavam. Ok! Mudança de planos! “Corre Tato, que a gente vai tomar café no estúdio mesmo”.
Seguimos para o estúdio e lá enchi o bucho de suco e bolachinhas cream cracker. Depois me encostei no sofá e apaguei, mas nos sonhos, eu ouvia as bases de guitarra sendo gravadas, que por sinal, ficaram show de bola, devido a alguns efeitos que o Kuaker nos apresentou para colocar na musica “Altos e Baixos”

Ok novamente! “Acorda Tato, vamos atrás dos pratos que tu quer.” Então agora vocês pensam: como é abusado esse Tato! é só querer e tá na mão? Acontece que, simplesmente, quebrei meus lindos pratos Kashmir que eu tanto gostava, só sobrou um china, e como a gravação pra valer está chegando, porque não comprar logo uns pratos tops?
Lá vamos nós pesquisar preços, mesmo já estando orientados em quais lojas tinha o que queríamos. Em uma delas, o vendedor começou com frescurinha, não pode tirar foto, não posso anotar preço e bla bla bla. Quer saber? Próxima loja! Chegando à loja Tango, já fomos abordados pelo vendedor, e ao explicar que queria uma prataria grande, ele já veio com umas vantagens de kits em caixas para economizarmos uns trocos. Então no fim das contas, pagamos menos e levamos mais do que planejamos. Muito bom, agora estou com meus lindos Zildjians série A Custom, e meu sonhado pedal Janus.

É impressionante quanta coisa tem disponível aqui em Sampa, até eu que não entendo nada, fiquei impressionado com as guitarras Gibson, Fender, Gretch, Paul Red Smith e etc., baratinhas, 10 mil pra cima.
Eita! Que horas são?
Caramba! 4 da tarde e a gente ainda na Av. Teodoro Sampaio. Vamos almoçar! Depois da broca, voltamos para o estúdio.

Montei o set de pratos novos e o pedal. Que som DUKARAI!
Após mais algumas gravações de guitarra, e mais uma soneca com direito a sonhos induzidos por paródias eróticas de nossas músicas by Dom Pycolli, é hora de encerrar os trabalhos por hoje.
Estamos meio esgotados, mas a cada dia que passa, mais ansiosos ainda. Os resultados estão aparecendo e as melhoras são indiscutíveis, isso já basta para recuperarmos as forças pro dia de amanhã e mostrar como ainda podemos ir muito mais longe!
UIIIIIIII!!!
Tato

DIÁRIO DE BORDO - 23/10/2008

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje acordei quando abri os olhos, logo depois que o alarme tocou às 9 horas da manhã, acordei com um sorriso estampado na venta e com muita disposição. Quando abri a janela do quarto, logo senti que tinha tudo pra ser um belo dia. Já fazia um bom tempo que não acordava com tanto alto astral.
E sou o responsável pela parte “B” da banda, que fica em quarto separado. Tive que acordar Tato e Gustavo, batera e o cara que registra o making off das pré, respectivamente, que são um chute no saco com compromissos. Como já to acostumado, isso não é nada perto do que eles fazem quando estão dormindo e eu tenho que aturar.

Depois de nos arrumar, fomos ao quarto onde estava a parte “A” da banda, que é Phablo, Tibério e o nosso diretor artístico, Dom Pycolli. Chegamos 20 minutos atrasados no estúdio, mas ainda deu tempo de jogar uma conversa fora e tomar um café super econômico, feito por Tato (ele aproveita duas vezes o pó do café que sobra na primeira coada) antes de começar a pegar no batente.

Escutamos as músicas que já estavam prontas com as bases e estruturas, então gravamos alguns arranjos de guitarras e baixo para complementar e até mesmo gravar novas idéias para mostrar ao Paul Ralphes, cara que vai dar o parecer final sobre as mudanças das músicas.

Demos uma pausa para o almoço e 1 hora depois retornamos ao trabalho. O dia foi basicamente assim.

A melhor parte, é que tudo está sendo feito de uma maneira bem descontraída e natural, sem faltar responsabilidade, empenho e vontade de fazer de cada um de nós da banda e da produção.

É isso ae

Tine Azevedo

DEU NO BLOG DO KUPPÊ

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

BANDA STREP EM ESTÚDIO EM SÃO PAULO

23 de outubro de 2008

São Paulo (SP)-E o sonho acalentado há anos está se tornando realidade. Depois de passar por tempos ruins em Rondônia, humilhações e falta de recursos até para a gasolina (veja video abaixo), a banda Strep (ex-Sedna), está neste momento em um estúdio da capital paulista fazendo a pré-produção do primeiro CD. Durante a viagem do Rio onde a banda reside hoje até São Paulo, Phablo (baixo), Tine (guitarra), Tibério (vocal) e Tato (bateria) relembraram os tempos difíceis e a luta para sobressair fazendo rock em Rondônia. Empresário da banda desde a sua fundação em 2004, o jornalista Roberto Kuppê assumiu um compromisso com o grupo de torná-lo famoso já naquela época de vacas magras. Sabedor de que em Rondônia tudo era difícil, RK levou a banda em 2005 para Brasília, onde ficaram alguns meses e fizeram uma pequena turnê. Por onde a banda passou o público aplaudiu unanimemente. A banda realmente era ótima, senão, excelente. Mas, o empresário sabia que era pouco e que a banda precisaria de dinheiro para se tornar realmente um grupo de rock em nível de concorrer com as demais. Mas, de onde sairia o dinheiro para pagar o sonho do sucesso almejado?

 

No dia 29 de julho de 2007, RK entrou no MSN (bate-papo na internet) com Phablo e perguntou:

-Quanto a gente precisa para gravar um CD? Ele respondeu: uns 100 mil reais. Já é, respondi. Recebi um apoio da “Caixa” e acho que vamos gravar este CD logo.

Os meninos ficaram alegres e ao mesmo tempo preocupados. “De onde ele tirou esse apoio? Como?”. É. Eles sabiam  que não seria possível um apoio assim do dia para o outro. Dois dias depois, através da imprensa, ele ficou sabendo a origem,  o dos R$ 100 mil, mas de uma montanha de reais que daria para a banda gravar um CD em qualquer parte do Mundo!

No sábado, dia 5 de agosto de 2007a banda já estaria em Brasília fazendo planos para uma grande empreitada que estaria por vir. Apressada, a banda queria gravar logo o CD, ainda em 2007, mas o empresário RK achava que ela ainda nào estava pronta. Então, o empresário levou a banda para o Rio onde os meninos fizeram vários cursos com profissionais a altura do projeto. Quase um ano depois, finalmente a banda estaria pronta para gravar o CD.

Após a pré-produção em São Paulo com o produtor, músico e e engenheiro de som, Michel Kuaker (foto acima), supervisionado por Dom Pycolli, a banda retornará no final de outubro (dia 31), para o Rio onde começará para valer a gravação CD, agora com o produtor inglês Paul Ralphes. Segundo Ralphes que já produziu grandes bandas como Skank e Engenheiros do Hawai,  o CD deverá  ficar pronto em Janeiro de 2009. A banda fará dezenas de shows pelo Brasil para lançar o primeiro trabalho.

SITE TEM RECORD DE VISITAS E SAI DO AR

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

São Paulo-Devido a excesso de visitas, o site da banda Strep esteve for dar durante o final de semana. Estamos trabalhando para aumentar a capacidade de acessos e assim permitir que mais internautas acompanhem os trabalhos da banda.

DIÁRIO DE BORDO - 22/10/2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Despertador tocando, eu dormindo, Phablo me chamando, eu quase escutei, foi então que no meu sono profundo, lembrei onde estava e por que. Num pulo pego minha toalha e corro pro banho, me arrumo, tomo café e vamos para o estúdio. Na chegada às 11 da manhã, Kuaker nos oferece um café passado na hora aceito por todos, exceto por mim e Pycolli, que odiamos café, para espanto de Kuaker, ele diz que somos os únicos seres da Terra que não tomam café.

 

Ao trabalho… Começamos pela música “Dias Iguais”, nela simplificamos a bateria e mexemos pouco na estrutura. Nessa música o Tato estava com uma “pegada pesada” e acabou quebrando um do prato de ataque. Teremos que comprar um kit novo pra continuar a pré e usar nas gravações. “Férias Passadas” foi a próxima, nessa música, Kuaker sugeriu que a gente fizesse alguns novos arranjos para as guitarras, e fiz algumas mudanças na letra também.

 

3 da tarde, parada para o almoço, saímos a pé para procurar um lugar bom e barato. Pycolli e Kuaker pediram pra gente levar um sanduba pra eles. No restaurante, depois de uma hora de espera, chega o garçom com os pratos trocados e todo mundo já morrendo de fome. Mas o melhor do almoço foi quando depois de mais um longo tempo de espera, os pratos chegam, menos o do Zangado. Depois de rir muito, eu penso: “deu merda”. Phablo se levantou e foi reclamar, eu não vi nem ouvi o que ele fez e falou, mas o seu almoço não demorou 2 minutos para chegar, e o garçom pedia desculpas toda vez que passava perto da nossa mesa.

 

Voltando pro estúdio Wah Wah, começamos a terceira música do dia: “Me Acorde”. Essa foi mais complicada, assim como “Amanhecer”, fiquei um pouco resistente as mudanças dos mapas do Paul, mas o resultado foi muito bom.

 

A última música do dia foi “Só Quero Entender” do meu grande amigo Emiliano Pordeus, uma musica com a estrutura pronta. Simplificamos apenas a bateria.

 

De volta ao hotel, venho pensando o quanto esta sendo produtivo e divertido esses dias de pré producao e o quanto esperamos por isso. Ainda falta muito a fazer, e se Deus quiser, tudo vai dar certo.

 

Abraços

 

Tibério Borba